Crer é confiar, é ter fé, é acreditar. As Sagradas Escrituras nos adverte que sem fé é impossível agradar a Deus, o meu intuito é promover o cristianismo na sua essência, isto é, Jesus vivendo, amando e tocando vidas através de seus discípulos hoje e também contruibuir para edificação da sua fé. Fiquem na paz.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Amar é doar sem querer nada em troca
Amar é doar sem querer nada em troca
1ªLeitura: (Êxodo 22:21-27)
“Leis civis e religiosas para defender os fracos, oprimidos, órfãos, necessitados e forasteiros.”
2ªLeitura: (I Tessalonicenses 2:1-8)
“A verdade é que nunca usamos linguagem de bajulação, nem de intuito ganancioso.”
“A verdade é que nunca usamos linguagem de bajulação, nem de intuito ganancioso.”
3ªLeitura: (Mateus 22:34-46)
“Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”
“Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”
Os judeus, talvez por terem sofrido injustiças e passado por privações durante tanto tempo, desde os trabalhos forçados na escravidão do Egito, até os maus tratos e crueldades no cativeiro babilônico, encheram o coração de revolta e embora a lei não determinasse, cultivavam uma jurisprudência de ódio contra os seus inimigos e não viam com bons olhos a presença de estrangeiros. (Mat. 5:43).
Peregrinos e sem terra, vagavam nômades pelos montes, vales e desertos em busca da terra que Javé havia prometido a eles através do patriarca Abraão. Os sofrimentos, as tribulações e humilhações a que foram submetidos pelos seus opressores forjaram neles um caráter aguerrido, valente e sedento de vingança.
Ao chegarem em Canaã, a Terra Prometida por Deus a Abraão e à sua descendência, encontraram outros povos habitando nela.(Gen.12:7).
Como legítimos proprietários, declararam guerra aos invasores, reconquistaram os espaços ocupados, destruíram as cidades e os patrimônios existentes e se estabeleceram na “Terra que mana leite e mel.”
Depois de passarem tanto tempo como nômades, sob um regime essencialmente teocrático, mudaram para uma semi-democracia tribal, onde os juízes, anciãos do povo e sacerdotes se reuniam para legislar. O povo saíra do nomadismo para o sedentarismo e necessitava de um governo com novas leis e com unidade de comando.
Veio então a monarquia cujo poder emanava do rei, acolitado e aconselhado pelos ricos sob a tutela tácita dos sacerdotes que legislavam em causa própria, deixando os fracos e os pobres sem a proteção da lei, a mercê das injustiças sociais praticadas pelos detentores do poder.
Apareceram, então, os profetas, para denunciar os pecados dos reis, dos ricos e poderosos, advertir os legisladores, exigir direitos e justiça em favor dos fracos e pobres e defender os direitos dos forasteiros.(1ª leitura).
O profeta Isaías adverte: “Ai dos que decretam leis injustas e de opressão para negarem justiça aos pobres e tirarem os direitos do povo.” E denuncia: “Pelo que o direito se retirou, a justiça se pôs de longe, a verdade anda tropeçando pelas praças e a retidão não pode entrar. Sim, a verdade sumiu e quem se desvia do mal é que vai para a prisão.”(Isaías 10:1 e 59:14 -15).
Como no tempo dos profetas acontece hoje com os poderes executivo, legislativo e judiciário que se mancomunam para oprimir o povo com a conivência tácita ou declarada de líderes de muitas igrejas que vivem de mãos dadas com políticos inescrupulosos usando com eles “linguagem de bajulação com intuito ganancioso” e não raro, eles próprios, exploram e oprime o povo incauto com promessas falsas e propaganda enganosa, ao contrário do que Paulo, Silvano e Timóteo praticavam na comunidade de Tessalônica.(2ª leitura)COMO MANTER-SE LIGADO A DEUS?
Quando o dia amanhece, a maioria das pessoas não busca a Deus, só os seus próprios interesses. Sabendo disso, Jesus fez uma proposta muito especial para conceder-nos o privilégio de fazer parte do Seu reino de eterna felicidade. Sim! O reino do discernimento, da lucidez, do conhecimento e da sabedoria.
Como obter esse reino? Como Deus deseja que eu me relacione com Ele? Que resultados positivos posso esperar? São perguntas que o estudo pretende responder.
(Se desejar, clique nas citações bíblicas para ler os textos).
01. Quais os benefícios de buscar o reino de Deus?
Se eu buscar o reino de Deus em primeiro lugar, tudo que for importante me será dado (Mateus 6:33).
02. Qual o caminho para chegar a Deus?
Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14:5 e 6).
03. O que devo pedir ao Senhor a cada manhã?
Perdão pelos meus pecados e que me ensine diariamente a fazer a Sua vontade (1 João 1:9, Salmo 143:8-10).
04. O que acontece quando oro a Deus?
O céu se abre, o Espírito Santo desce para me batizar e Deus me faz uma declaração de amor: "Filho, Eu amo você" (Lucas 3:21 e 22).
05. Como devo orar?
Devo orar a Deus Pai, em nome de Jesus Cristo, disposto a ser obediente aos Seus mandamentos (João 14:13-15).
06. Qual o melhor momento para buscar o reino de Deus?
Pela manhã, antes de qualquer atividade, para oferecer a Ele o melhor do meu tempo. Esse é o caminho para a intimidade com Deus. Começando o dia com o Criador, minha alegria é recuperada e o meu ânimo fortalecido para encarar o dia (Salmo 5:2 e 3).
07. Como Deus gosta de ser adorado?
Por meio do louvor. Através dele, posso expressar gratidão, alegria pelo perdão e fé. Invocando a presença de Deus diariamente por meio do louvor e da gratidão, eu O agradarei e sentirei a alegria de pertencer ao Criador do Universo. A música é um excelente meio para louvar (elogiar) a Deus (Salmo 149:1-6).
08. Como ouvir a voz de Deus?
O principal veículo para ouvir a voz de Deus é a Bíblia. Quando leio a Palavra, o Espírito Santo fala ao meu coração e revela-me a Sua vontade. Depois de orar e cantar, abro as Escrituras para receber a voz de Jesus (Apocalipse 1:3, João 17:17, Romanos 10:17).
09. O que Jesus deseja ensinar-me por meio da Bíblia?
Cristo deseja que eu aprenda a confiar inteiramente nEle, tornando-me manso e humilde. Ou seja, preciso encarar as grandes dificuldades da vida com coragem e perseverança, mantendo-me sempre no Caminho (Mateus 11:28-30, Hebreus 10:38, Mateus 10:38,João 15:7,10,17).
Dicas para desenvolver intimidade com a Bíblia?
1. Observe o contexto: O assunto do capítulo, o tema central do texto, quais são os personagens e a natureza da mensagem: correção, ensino, alerta ou promessa;
2. Procure pérolas, ou seja, pensamentos e promessas especiais para sua vida e registre-as em sua agenda;
3. Escolha uma história bíblica e entre na cena como um personagem. Sinta o ambiente, o cheiro, as cores, os detalhes e interaja com as pessoas;
4. Relacione textos que falam sobre o mesmo assunto formando uma cadeia. Observe o que ensinam e como se complementam.
5. Ao final de cada meditação, ofereça um presente a Deus, baseado no seu relacionamento pessoal com Ele;
6. Identifique textos bíblicos que são respostas e formule as perguntas equivalentes. Forme um catálogo de respostas para sua vida e para ajudar outras pessoas;
7. Escolha temas para a sua investigação bíblica.
1. Observe o contexto: O assunto do capítulo, o tema central do texto, quais são os personagens e a natureza da mensagem: correção, ensino, alerta ou promessa;
2. Procure pérolas, ou seja, pensamentos e promessas especiais para sua vida e registre-as em sua agenda;
3. Escolha uma história bíblica e entre na cena como um personagem. Sinta o ambiente, o cheiro, as cores, os detalhes e interaja com as pessoas;
4. Relacione textos que falam sobre o mesmo assunto formando uma cadeia. Observe o que ensinam e como se complementam.
5. Ao final de cada meditação, ofereça um presente a Deus, baseado no seu relacionamento pessoal com Ele;
6. Identifique textos bíblicos que são respostas e formule as perguntas equivalentes. Forme um catálogo de respostas para sua vida e para ajudar outras pessoas;
7. Escolha temas para a sua investigação bíblica.
10. Que nível alcanço quando busco o reino de Deus?
Apesar das provas, posso ter alegria pela certeza de que Deus está comigo. Devo estar sempre aberto a atuação do Espírito Santo em minha vida, atento às advertências das Escrituras, evitando tudo que não é bom e vivendo feliz com Deus (1 Tessalonicenses 5:16-22).
11. Como Jesus apresenta-Se a cada novo dia?
Como a Estrela da Manhã. Ele tem luz própria e brilha oferecendo-me luz e poder para que eu possa brilhar eternamente (Daniel 12:3,Apocalipse 22:16).
12. O que o Espírito Santo sente e faz por mim?
O Deus Espírito Santo tem ciúme santo de mim. Isso porque Ele me ama e pretende derramar todo o Seu amor em meu coração a cada dia (Tiago 5:4, Romanos 5:5).
13. Como posso contribuir com o Seu reino?
O Senhor deseja que eu interceda por pessoas que precisam ser alcançadas pelo Evangelho e receber a cura divina (Daniel 12:3,Tiago 5:16).
14. Que promessa existe quando busco a Deus na primeira hora de cada dia?
Ele me garante a vitória completa em todas as áreas da vida (Jeremias 33:3, Tiago 4:7).
15. O que eu posso dizer para Deus agora?
"…Eis-me aqui para fazer, ó Deus, a tua vontade…" (Hebreus 10:9).
DEUS PROPÔE INTIMIDADE, NÃO SOMENTE RELIGIÃO !
Nunca foi plano de Deus vir e dar-nos uma lista com regras a cumprir para só assim sermos aceitos por Ele.
Eu fui uma pessoa religiosa por um bom tempo. Eu me esforcei para cumprir todas as regras das quais achei que precisava cumprir para me sentir bem e ser aceita por Deus. Recentemente descobri que o maior problema de ser religiosa era que isso me impedia de desfrutar a minha vida e meu relacionamento com o Senhor.
Ao contrário de religião, relacionamento é comunhão, não é o que fazemos ou deixamos de fazer. È estar apaixonado por Deus e comunicando-se com Ele durante o dia, justamente como fazemos com um bom amigo.
Para a maioria, isto é tudo que religião é — seguir um conjunto de regras e regulamentos. Quando cumprimos regras, nos sentimos bem, e quando falhamos ao cumpri-las, nos sentimos mal.
Agora, não estou dizendo que nós não devemos ter regras nas nossas vidas. Ter regras é bom pois elas geralmente nos ajudam a viver uma vida disciplinada. Mas pode se tornar um problema quando as regras nos fazem sentir que somos inaceitáveis ou não tão bons o suficiente quando falharmos em cumpri-las. Jesus não quer que vivamos em baixo de jugo e condenação. Ele veio para nos tornar livres!
Você e Eu devemos ser encorajados a focar em nosso relacionamento com o Senhor, não em coisas como quantos versículos da bíblia lemos ou se oramos o número “certo” de horas. Fomos salvos dos nossos pecados então podemos conhecer a Deus e ter comunhão com Ele. Deus quer que nós estejamos relaxados em Sua presença e sermos nós mesmos no relacionamento com Ele. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou… (Gálatas 5:1)
Efésios 3:12 diz,… por causa da nossa fé Nele, nós ousamos ter arrojo (coragem e confiança) de livre acesso (uma aproximação sem reservas à Deus com liberdade e sem temor). Em outras palavras, como resultado da nossa fé em Jesus, nós podemos desfrutar de um relacionamento contínuo com Deus que é parte de nossa normal vida diária.
A escolha é sua: Você pode praticar Religião, esforçando-se em cumprir regras e regulamentos, ou você pode desfrutar de um relacionamento, experimentando intimidade com Deus. O Deus de toda a criação quer ser seu amigo—para conversar com você sobre qualquer coisa, dividir seus segredos, suas alegrias e suas lágrimas. Eu o encorajo a buscar a Ele para uma revelação pessoal do Seu amor para que você possa relaxar e desfrutar de um relacionamento de liberdade e intimidade com Ele—Começando hoje!
Joyce Meyer, em “SE NÃO FOSSE PELA GRAÇA DE DEUS”
Eu fui uma pessoa religiosa por um bom tempo. Eu me esforcei para cumprir todas as regras das quais achei que precisava cumprir para me sentir bem e ser aceita por Deus. Recentemente descobri que o maior problema de ser religiosa era que isso me impedia de desfrutar a minha vida e meu relacionamento com o Senhor.
Ao contrário de religião, relacionamento é comunhão, não é o que fazemos ou deixamos de fazer. È estar apaixonado por Deus e comunicando-se com Ele durante o dia, justamente como fazemos com um bom amigo.
Para a maioria, isto é tudo que religião é — seguir um conjunto de regras e regulamentos. Quando cumprimos regras, nos sentimos bem, e quando falhamos ao cumpri-las, nos sentimos mal.
Agora, não estou dizendo que nós não devemos ter regras nas nossas vidas. Ter regras é bom pois elas geralmente nos ajudam a viver uma vida disciplinada. Mas pode se tornar um problema quando as regras nos fazem sentir que somos inaceitáveis ou não tão bons o suficiente quando falharmos em cumpri-las. Jesus não quer que vivamos em baixo de jugo e condenação. Ele veio para nos tornar livres!
Você e Eu devemos ser encorajados a focar em nosso relacionamento com o Senhor, não em coisas como quantos versículos da bíblia lemos ou se oramos o número “certo” de horas. Fomos salvos dos nossos pecados então podemos conhecer a Deus e ter comunhão com Ele. Deus quer que nós estejamos relaxados em Sua presença e sermos nós mesmos no relacionamento com Ele. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou… (Gálatas 5:1)
Efésios 3:12 diz,… por causa da nossa fé Nele, nós ousamos ter arrojo (coragem e confiança) de livre acesso (uma aproximação sem reservas à Deus com liberdade e sem temor). Em outras palavras, como resultado da nossa fé em Jesus, nós podemos desfrutar de um relacionamento contínuo com Deus que é parte de nossa normal vida diária.
A escolha é sua: Você pode praticar Religião, esforçando-se em cumprir regras e regulamentos, ou você pode desfrutar de um relacionamento, experimentando intimidade com Deus. O Deus de toda a criação quer ser seu amigo—para conversar com você sobre qualquer coisa, dividir seus segredos, suas alegrias e suas lágrimas. Eu o encorajo a buscar a Ele para uma revelação pessoal do Seu amor para que você possa relaxar e desfrutar de um relacionamento de liberdade e intimidade com Ele—Começando hoje!
Joyce Meyer, em “SE NÃO FOSSE PELA GRAÇA DE DEUS”
O Espírito precisa ser mais forte que a carne
O inimigo usa nossa natureza humana carnal para nos instigar para o pecado. Usa nossos próprios desejos para nos atrair e levarmos a separação de Deus, e conseqüentemente a morte. Essa é uma estratégia do diabo porque sabe que: “Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis” (Gálatas 5:17). Jesus também foi tentado mais não pecou. Temos duas opções: fazemos a vontade da carne e agradamos ao mundo, causando a morte espiritual; ou nos submetemos a vontade de Deus, obedecendo a Sua palavra. Não somos obrigados a transgredir a lei de Deus, temos a escolha. Em Tiago 4:7 a bíblia nos ensina o segredo: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós". Precisamos urgentemente fugir do que nos tenta, não podemos continuar diante do que nos atrai. Mesmo a pessoa sendo de Deus, a carne não deixa de ser carne. Para agradar ao Espírito se torna necessário castigar a carne, e submetê-la a força do Espírito Santo. Não podemos dar espaço para carne ser mais forte, pois a carne se inclina somente para os anseios carnais enquanto que o Espírito para as coisas espirituais. e se queremos agradar ao pai celestial, temos que aprender a resistir e a negar tudo que nos separa da fortaleza de Deus. Temos que nos lembrar, que todos nós andávamos segundo os desejos de nossa carne, e éramos por natureza filhos da ira; mas fomos justificados pelo sangue de Jesus, e agora temos que andar segundo a luz para que sejemos fortes e possamos resistir nos dias maus as armadilhas do inimigo. Procuro sempre lembrar dessa frase: "Fortaleça sua fé dia após dia, mês após mês. Se enfraquecer mesmo um pouco, os demônios aproveitar-se-ão."
Sem perdão não existe amanhã
Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios. Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.
Em mais de vinte anos de experiência pastoral observei que poucos sofrimentos se comparam às dores próprias de relacionamentos afetivos feridos pela maldade e crueldade consciente ou inconsciente. Os males causados pelas pessoas que amamos e acreditamos que também nos amam são quase insuperáveis. O sofrimento resultado das fatalidades são acolhidos como vindos de forças cegas, aleatórias e inevitáveis. Mas a traição do cônjuge, a opressão dos pais, a ingratidão dos filhos, a rixa entre irmãos, a incompreensão do amigo, nos chegam dos lugares menos esperados: justamente no ninho onde deveríamos estar protegidos se esconde a peçonha letal.
Em mais de vinte anos de experiência pastoral observei que poucos sofrimentos se comparam às dores próprias de relacionamentos afetivos feridos pela maldade e crueldade consciente ou inconsciente. Os males causados pelas pessoas que amamos e acreditamos que também nos amam são quase insuperáveis. O sofrimento resultado das fatalidades são acolhidos como vindos de forças cegas, aleatórias e inevitáveis. Mas a traição do cônjuge, a opressão dos pais, a ingratidão dos filhos, a rixa entre irmãos, a incompreensão do amigo, nos chegam dos lugares menos esperados: justamente no ninho onde deveríamos estar protegidos se esconde a peçonha letal.
Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.
Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.
Outro aspecto das dores do amar e ser amado está no paradoxo das razões de cada uma das partes. Acostumados a pensar em termos da lógica cartesiana: 1 + 1 = 2 e B vem depois de A e antes de C, nos esquecemos que a vida não se encaixa nos padrões de causa e efeito do mundo das ciências exatas. Pessoas não são máquinas, emoções e sentimentos não são números, relacionamentos não são engrenagens. É ingenuidade acreditar que as relações afetivas podem ser enquadradas na simplicidade dos conceitos certo e errado, verdade e mentira, preto e branco. A vida é zona cinzenta, pessoas podem estar certas e erradas ao mesmo tempo, cada uma com sua razão, e a verdade de um pode ser a mentira do outro. Os sábios ensinam que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”, e considerando que cada pessoa tem seu ponto, as cores de cada vista serão sempre ou quase sempre diferentes. Isso me leva ao terceiro aspecto.
Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.
Outro aspecto das dores do amar e ser amado está no paradoxo das razões de cada uma das partes. Acostumados a pensar em termos da lógica cartesiana: 1 + 1 = 2 e B vem depois de A e antes de C, nos esquecemos que a vida não se encaixa nos padrões de causa e efeito do mundo das ciências exatas. Pessoas não são máquinas, emoções e sentimentos não são números, relacionamentos não são engrenagens. É ingenuidade acreditar que as relações afetivas podem ser enquadradas na simplicidade dos conceitos certo e errado, verdade e mentira, preto e branco. A vida é zona cinzenta, pessoas podem estar certas e erradas ao mesmo tempo, cada uma com sua razão, e a verdade de um pode ser a mentira do outro. Os sábios ensinam que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”, e considerando que cada pessoa tem seu ponto, as cores de cada vista serão sempre ou quase sempre diferentes. Isso me leva ao terceiro aspecto.
Justamente porque as feridas dos corações resultam de uma longa história, lida de maneiras diferentes pelas pessoas envolvidas, o exercício de passar a limpo cada passo da jornada me parece inadequado para a reconciliação. Voltar no tempo para identificar os momentos cruciais da caminhada, o que é importante para um e para outro, fazer a análise das razões de cada um, buscar acordo, pedir e outorgar perdão ponto por ponto não me parece ser a melhor estratégia para a reaproximação dos corações e cura das almas.
Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.
Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.
Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.
Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.
Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.
Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.
Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.
Autor: Pastor Ed René Kivitz
terça-feira, 25 de outubro de 2011
NÃO ESTEJAIS ANCIOSOS
Muito da falta de sucesso e até mesmo de derrotas na vida de muitos cristãos, tem sido por não entender ou não praticar estes ensinos.
Leiamos: Mateus 6:33 “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.
Encontramos aqui, duas categorias de necessidades: Reino de Deus e todas estas coisas. Vamos iniciar falando sobre:
I – Todas estas coisas.
O texto fala de coisas importantes, essenciais. Não fala de supérfluos, nem diz que nós devemos desprezar tais coisas. Quais? O que comer; o que beber; cuidados naturais com o corpo; vestimenta; cuidados com a saúde.
Julgo que não seria nenhuma heresia, se acrescentasse a essa lista, outras coisas importantes, tais como:
1. Casa para morar: Todos sabemos da importância de uma casa para abrigar a nossa família. Então, não há nada de errado em pedir uma casa própria.
2. Carro próprio: Hoje em dia, em uma cidade, até mesmo como a nossa, carro não é mais objeto de luxo, mas quase de primeira necessidade. Podemos trabalhar e pedir um carro que atenda as nossas necessidades.
3. Estudo para os filhos: Também não é luxo. O mercado de trabalho está competitivo, precisamos prepará-los bem, para esse mercado. Então, não há nada de errado, em pedir recursos para os filhos estudarem numa boa escola.
4. Oportunidade de lazer e descanso: O nosso organismo precisa de descanso; a nossa mente precisa de momentos descontraído. Então, também não é errado, nem pecado, pedir e tirar um tempo de lazer, de descanso, de prazer, de férias.
II - Quem proporciona "todas estas coisas?"
Você já ouviu a expressão: - Se eu não cuidar de mim, quem vai cuidar? Se eu não cuidar dos meus interesses, quem vai cuidar? Se eu não colocar o pão na mesa da minha casa, quem vai colocar? Estas expressões denotam um entendimento que a nossa subsistência depende só de nós.
Mas a Bíblia, Palavra de Deus nos ensina:
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33.
Isto é Deus dizendo: - Priorize o que é meu, que Eu garanto as demais coisas que você precisa para viver bem e equilibradamente. Preocupe-se com o que é meu que eu me preocupo com o que é seu.
O que você acha disso? Você crê nisso?
Deus não esta dizendo para você não se importar com o que é importante para você; Ele não esta propondo um voto de miséria, de sofrimento, de pobreza, de auto-piedade, nem tão pouco de ociosidade ou preguiça. Mateus 6 não é uma apologia da pobreza.
Não, Ele está dizendo: cuida primeiro do que é meu, que eu te ajudo na conquista do que você precisa.
Será que vale a pena? A idéia que passa pela nossa cabeça, é de que é meio arriscado, temerário. De repente Ele tem só o “basicão”, o essencial, e eu quero mais.
Não, o básico. Ele garantiu: isso não vai faltar.
Mateus 6:31 “Não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32 ... pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas”
Mas Ele, por sua imensa Graça, vai além: “Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós” Efésios 3:20
“Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” Salmos 37:4
Deus tem mais do que o básico e se agrada em dar o que o nosso coração deseja, mas diz: Eu quero ser prioridade na sua vida.
O conceito humano, é que o que tem valor, é o que conquistamos com nosso suor, com nosso esforço. E algumas pessoas até conseguem algumas coisas pelo seu esforço, mas precisam se esforçar muito.
Agora, queridos, quando a gente recebe algo que sabe que veio de Deus, trabalhamos, nos dedicamos sim, mas reconhecemos que veio mais do que esperávamos, que é presente de Deus! A nossa alegria, o nosso prazer é muito maior.
Foi por esta razão que Eu pensei em relembrar com vocês este texto, porque percebo que há muita gente, crente, se desgastando, sem conquistar ou sem desfrutar do que conquista. Tentando garantir o seu, enquanto Deus diz: “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33
Quero desafiá-los a priorizar mais o reino de Deus, buscar mais a presença do Senhor, Orar mais, se comprometer mais com a obra do Senhor, se dedicar mais aos trabalhos do Senhor, querer ser cheios do Espírito Santo.
Leiamos: Mateus 6:33 “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.
Encontramos aqui, duas categorias de necessidades: Reino de Deus e todas estas coisas. Vamos iniciar falando sobre:
I – Todas estas coisas.
O texto fala de coisas importantes, essenciais. Não fala de supérfluos, nem diz que nós devemos desprezar tais coisas. Quais? O que comer; o que beber; cuidados naturais com o corpo; vestimenta; cuidados com a saúde.
Julgo que não seria nenhuma heresia, se acrescentasse a essa lista, outras coisas importantes, tais como:
1. Casa para morar: Todos sabemos da importância de uma casa para abrigar a nossa família. Então, não há nada de errado em pedir uma casa própria.
2. Carro próprio: Hoje em dia, em uma cidade, até mesmo como a nossa, carro não é mais objeto de luxo, mas quase de primeira necessidade. Podemos trabalhar e pedir um carro que atenda as nossas necessidades.
3. Estudo para os filhos: Também não é luxo. O mercado de trabalho está competitivo, precisamos prepará-los bem, para esse mercado. Então, não há nada de errado, em pedir recursos para os filhos estudarem numa boa escola.
4. Oportunidade de lazer e descanso: O nosso organismo precisa de descanso; a nossa mente precisa de momentos descontraído. Então, também não é errado, nem pecado, pedir e tirar um tempo de lazer, de descanso, de prazer, de férias.
II - Quem proporciona "todas estas coisas?"
Você já ouviu a expressão: - Se eu não cuidar de mim, quem vai cuidar? Se eu não cuidar dos meus interesses, quem vai cuidar? Se eu não colocar o pão na mesa da minha casa, quem vai colocar? Estas expressões denotam um entendimento que a nossa subsistência depende só de nós.
Mas a Bíblia, Palavra de Deus nos ensina:
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33.
Isto é Deus dizendo: - Priorize o que é meu, que Eu garanto as demais coisas que você precisa para viver bem e equilibradamente. Preocupe-se com o que é meu que eu me preocupo com o que é seu.
O que você acha disso? Você crê nisso?
Deus não esta dizendo para você não se importar com o que é importante para você; Ele não esta propondo um voto de miséria, de sofrimento, de pobreza, de auto-piedade, nem tão pouco de ociosidade ou preguiça. Mateus 6 não é uma apologia da pobreza.
Não, Ele está dizendo: cuida primeiro do que é meu, que eu te ajudo na conquista do que você precisa.
Será que vale a pena? A idéia que passa pela nossa cabeça, é de que é meio arriscado, temerário. De repente Ele tem só o “basicão”, o essencial, e eu quero mais.
Não, o básico. Ele garantiu: isso não vai faltar.
Mateus 6:31 “Não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32 ... pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas”
Mas Ele, por sua imensa Graça, vai além: “Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós” Efésios 3:20
“Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” Salmos 37:4
Deus tem mais do que o básico e se agrada em dar o que o nosso coração deseja, mas diz: Eu quero ser prioridade na sua vida.
O conceito humano, é que o que tem valor, é o que conquistamos com nosso suor, com nosso esforço. E algumas pessoas até conseguem algumas coisas pelo seu esforço, mas precisam se esforçar muito.
Agora, queridos, quando a gente recebe algo que sabe que veio de Deus, trabalhamos, nos dedicamos sim, mas reconhecemos que veio mais do que esperávamos, que é presente de Deus! A nossa alegria, o nosso prazer é muito maior.
Foi por esta razão que Eu pensei em relembrar com vocês este texto, porque percebo que há muita gente, crente, se desgastando, sem conquistar ou sem desfrutar do que conquista. Tentando garantir o seu, enquanto Deus diz: “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33
Quero desafiá-los a priorizar mais o reino de Deus, buscar mais a presença do Senhor, Orar mais, se comprometer mais com a obra do Senhor, se dedicar mais aos trabalhos do Senhor, querer ser cheios do Espírito Santo.
COMO BUSCAR A DEUS ?
Na procura de um emprego várias maneiras são usadas: envio de currículo pelo correio, ou pela internet; perguntando a amigos; numa agência de empregos; ou ainda pessoalmente nas empresas. O mesmo é verdade na procura de outras coisas, podemos usar o método que preferimos, que for mais conveniente no momento. Mas na busca por DEUS não podemos usar qualquer método, apenas o que Ele estabeleceu.
Há uma ordem para buscarmos o SENHOR (Amós 5.4,6), mas Como podemos buscar o SENHOR? Como DEUS é o Soberano, Criador de todas as coisas, Mantenedor de todo o universo, Sábio e Todo Poderoso, é Ele quem deve dizer como quer ser buscado. Não podemos buscar DEUS do jeito que nós achamos ou queremos, mas do jeito que Ele quer.
DEUS quer ser buscado de coração. Em 2 Cr 12.14, fala que o rei Roboão não dispôs o coração para buscar a DEUS. Já o escriba Esdras, fez o contrário (Ed 7.10) A palavra dispor fala de preparar, tornar firme, direcionar, aprontar o coração. Buscar a DEUS começa no coração, é uma atividade interna, isto é, uma atitude de vida que direciona o coração, dispõe a vontade, inclina a alma em direção de DEUS.
DEUS quer ser buscado de todo coração (Dt 4.29 e Jr 29.13). De todo coração quer dizer com intensidade e integridade de todo o ser. Algumas pessoas buscaram a DEUS sem sinceridade, (Sl 78.34-37), apenas queriam que Ele os livrasse de suas aflições, era uma busca de boca apenas, não havia firmeza no coração. Em Sua grande misericórdia DEUS os atendia, mas como a busca não era sincera, o povo logo voltava aos seus pecados. Esta atitude leviana tornou-se um hábito para o povo de Israel. No tempo do profeta Ezequiel (Ez. 20), os líderes do povo, mesmo em pecado, vinham buscar a palavra de DEUS. Mas DEUS disse que não suportaria mais isto, aqueles que levantam ídolos em seus corações, e mesmo assim buscam o SENHOR, receberão Sua ira (Ez.14.1-8). De todo o coração também quer dizer em todas as fases de nossa vida (1 Cr 16.11), e não como o rei Asa, que buscou a DEUS no início de seu reinado, mas deixou de buscar no fim (2 Cr 14.4; 16.12).
DEUS quer ser buscado com arrependimento (Is 55.6,7). O reconhecimento do pecado, a tristeza por ter pecado, o desejo de abandonar o erro, são requisitos essenciais para uma busca por DEUS.
DEUS quer ser buscado através de Sua palavra (Sl 119.10,45,94,155). Buscar a DEUS é buscar conhecer os Seus mandamentos. Isto é feita consultando pessoas que têm mais conhecimento de DEUS, como o povo de Israel no deserto ia consultar Moisés ( Ex 18.15), ou como o rei Josias que foi perguntar sobre a lei de DEUS para a profetiza Hulda ( 2 Rs 22.18). Mas também é feita por iniciativa própria, quando se dispõe o coração para ler a palavra de DEUS, procurar compreende-la, e obedecer o que ela diz. Foi assim que Esdras fez (Ed. 7.10).
DEUS quer ser buscado com obediência a Sua Palavra. A busca não deve ser apenas para conhecer a Palavra de DEUS, mas para obedecer (2 Cr 14.4). È fácil manifestar desejo de conhecer a Palavra de DEUS por hipocrisia, ou mesmo orgulho intelectual. Nos tempos do profeta Isaías, o povo manifestava prazer em conhecer a palavra de DEUS, e buscava todos os dias, deixava transparecer que praticava a justiça, mas não abandonava os seus pecados (Is 58.1,2). Já o rei Josafá buscou a DEUS procurando conhecer e andar nos mandamentos de DEUS (2 Cr 17.3,4).
DEUS quer ser buscado com exclusividade. Sf 1.3-6. O povo de Judá e Jerusalém, adorava a DEUS, mas também adorava a outros DEUSes, inclusive os astros do céu. DEUS não aceitava esta adoração, e considerou que isto era não buscar ao SENHOR, mas deixar de segui-Lo. DEUS deve ser adorado com exclusividade.
DEUS quer ser buscado com oração (Sl 34.4; 77.2). Através da oração manifestamos nosso desejo por estar com DEUS, nosso gosto por sua presença. Em situações de muita aflição a busca por DEUS pode ser acompanhada por jejuns (2 Cr 20.3), pois o jejum é outra maneira de demonstrarmos nosso anseio por DEUS.
DEUS quer ser buscado com alegria (2 Cr 15.15). Ele á o maior tesouro que existe, o maior bem que podemos ter. É uma questão de justiça buscarmos a Ele em primeiro lugar, e fazermos isto com alegria, com prazer, satisfação, boa vontade. Tal como o homem que encontrou o campo com o grande tesouro, e transbordante de alegria se desfez de tudo que tinha para comprar o campo (Mt 13.44).
A busca de DEUS deve ser feita enquanto ELE pode ser achado. A nossa vida chegará a um fim, e aí não adiantará mais buscar a DEUS (is 55.6,7).
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O Mormonismo é uma seita? No que os Mórmons acreditam?
Resposta: A religião Mórmon foi fundada há menos de duzentos anos atrás por um homem chamado Joseph Smith. Ele afirmava ter recebido uma visita pessoal do Deus Pai e de Jesus Cristo e disse que todas as igrejas e os seus credos eram uma abominação. Joseph passou a tentar impor uma nova religião que afirma ser a “única verdadeira igreja na terra”. O problema com o Mormonismo é que ele contradiz, modifica e expande a Bíblia. Os cristãos não têm razão para acreditar que a Bíblia não é verdadeira e adequada. Acreditar e confiar verdadeiramente em Deus significa acreditar na Sua Palavra. E toda Escritura é inspirada por Deus, o que significa que ela vem Dele (2 Timóteo 3:16).
Os mórmons acreditam que existem de fato quatro fontes de palavras divinamente inspiradas, ao invés de apenas uma. 1) A Bíblia “enquanto traduzida corretamente”. Versículos que estão incorretamente traduzidos nem sempre são claros. 2) O Livro de Mórmon foi “traduzido” por Smith e publicado em 1830. Smith afirmou que este é o “livro mais correto” da terra, e que uma pessoa poderia chegar mais próximo de Deus seguindo seus preceitos “do que através de qualquer outro livro”. 3) “Doutrinas e Alianças” é considerado escritura pelos Mórmons, contendo uma série de revelações modernas referentes à “Igreja de Cristo como ela foi restaurada”. 4) “Pérola de Grande Valor” é considerado pelos Mórmons por “clarificar” doutrinas e ensinamentos que foram perdidos da Bíblia e adiciona a sua própria informação sobre a criação do mundo.
Os mórmons acreditam no seguinte sobre Deus: que Ele nem sempre foi o Ser Supremo do universo, mas atingiu este estado através de uma vida justa e por esforço persistente. Eles acreditam que o Deus Pai tem um “corpo de carne e ossos tangível como o do homem”. Apesar de deixado de lado pelos líderes mórmons modernos, Brigham Young ensinava que Adão na verdade era Deus e o pai de Jesus Cristo. Os cristãos sabem o seguinte a respeito de Deus: existe apenas um único e verdadeiro Deus (Deuteronômio 6:4, Isaías 43:10, 44:6-8), Ele sempre existiu e sempre irá existir (Deuteronômio 33:27, Salmos 90:2, 1 Timóteo 1:17) e que Ele não foi criado, mas é o Criador (Gênesis capítulo 1, Salmos 24:1, Isaías 37:16). Ele é perfeito e ninguém mais é igual a Ele (Salmos 86:8, Isaías 40:25). Deus Pai não é um homem, e jamais o foi (Números 23:19, 1 Samuel 15:29, Oséias 11:9). Ele é Espírito (João 4:24), e Espírito não é feito de carne e osso (Lucas 24:39).
Os mórmons acreditam que existem três diferentes níveis ou reinos após a vida: o Reino Celestial, o Reino Terrestre e o Reino Telestial, além da escuridão exterior. Aonde os homens irão parar depende do que eles acreditam e fazem nesta vida mortal. A Bíblia nos diz que após a morte, nós iremos para o Céu ou para o inferno dependendo do fato de nós termos acreditado em Jesus ou não. Estar ausentes dos nossos corpos como crentes significa que estamos com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8). Incrédulos são mandados para o inferno, ou o lugar dos mortos (Lucas 16:22-23). Quando Jesus vier pela segunda vez, nós iremos receber novos corpos (1 Coríntios 15:50-54). Haverá um Novo Céu e uma Nova Terra para os crentes (Apocalipse 21:1), e os incrédulos serão jogados em um lago de fogo eterno (Apocalipse 20:11-15). Não há segunda chance para redenção após a morte (Hebreus 9:27).
Os líderes mórmons ensinaram que a encarnação de Jesus foi resultado de uma relação física entre Deus Pai e Maria. Eles acreditam que Jesus é um Deus, mas que qualquer humano pode se tornar um deus. Historicamente os cristãos ensinaram que Deus é Triúno e que Ele existe eternamente como Pai, Filho e Espírito Santo (Mateus 28:19). Ninguém pode atingir o status de Deus, apenas Ele é santo (1 Samuel 2:2). Nós apenas podemos ser feitos santos à vista de Deus através da fé Nele (1 Coríntios 1:2). Jesus é o filho unigênito de Deus (João 3:16) e é o único que já viveu uma vida sem pecado e sem culpa, e que agora tem o lugar mais alto de honra no Céu (Hebreus 7:26). Jesus e Deus são um em essência, sendo Jesus o Único que existia antes do nascimento físico (João 1:1-18, 8:56). Jesus entregou a Si mesmo como sacrifício, e Deus o levantou dentre os mortos, e um dia todos irão confessar que Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:6-11). Jesus nos diz que é impossível chegarmos ao Céu pelas nossas próprias obras, e que apenas através da fé Nele isso é possível (Mateus 19:26). E muitos não irão optar por Ele. “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela)” (Mateus 7:13). Nós todos merecemos punição eterna pelos nossos pecados, mas o infinito amor e a infinita graça de Deus nos permitem uma saída. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Claramente há uma única maneira de receber a salvação: conhecendo a Deus e Seu Filho, Jesus (João 17:3). Não é através de obras, mas de fé (Romanos 1:17, 3:28). Quando temos esta fé, automaticamente somos obedientes às leis de Deus e somos batizados por amor a Ele, mas não porque é um requisito para a salvação. Podemos receber este dom não importando quem somos ou o que fizemos (Romanos 3:22). “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. (Atos 4:12). Apesar de os mórmons serem normalmente amigáveis, amorosos e gentis – eles estão envolvidos em uma falsa religião que distorce a natureza de Deus, a Pessoa de Jesus Cristo e os meios para a salvação.
GotQuestions.org
Os mórmons acreditam que existem de fato quatro fontes de palavras divinamente inspiradas, ao invés de apenas uma. 1) A Bíblia “enquanto traduzida corretamente”. Versículos que estão incorretamente traduzidos nem sempre são claros. 2) O Livro de Mórmon foi “traduzido” por Smith e publicado em 1830. Smith afirmou que este é o “livro mais correto” da terra, e que uma pessoa poderia chegar mais próximo de Deus seguindo seus preceitos “do que através de qualquer outro livro”. 3) “Doutrinas e Alianças” é considerado escritura pelos Mórmons, contendo uma série de revelações modernas referentes à “Igreja de Cristo como ela foi restaurada”. 4) “Pérola de Grande Valor” é considerado pelos Mórmons por “clarificar” doutrinas e ensinamentos que foram perdidos da Bíblia e adiciona a sua própria informação sobre a criação do mundo.
Os mórmons acreditam no seguinte sobre Deus: que Ele nem sempre foi o Ser Supremo do universo, mas atingiu este estado através de uma vida justa e por esforço persistente. Eles acreditam que o Deus Pai tem um “corpo de carne e ossos tangível como o do homem”. Apesar de deixado de lado pelos líderes mórmons modernos, Brigham Young ensinava que Adão na verdade era Deus e o pai de Jesus Cristo. Os cristãos sabem o seguinte a respeito de Deus: existe apenas um único e verdadeiro Deus (Deuteronômio 6:4, Isaías 43:10, 44:6-8), Ele sempre existiu e sempre irá existir (Deuteronômio 33:27, Salmos 90:2, 1 Timóteo 1:17) e que Ele não foi criado, mas é o Criador (Gênesis capítulo 1, Salmos 24:1, Isaías 37:16). Ele é perfeito e ninguém mais é igual a Ele (Salmos 86:8, Isaías 40:25). Deus Pai não é um homem, e jamais o foi (Números 23:19, 1 Samuel 15:29, Oséias 11:9). Ele é Espírito (João 4:24), e Espírito não é feito de carne e osso (Lucas 24:39).
Os mórmons acreditam que existem três diferentes níveis ou reinos após a vida: o Reino Celestial, o Reino Terrestre e o Reino Telestial, além da escuridão exterior. Aonde os homens irão parar depende do que eles acreditam e fazem nesta vida mortal. A Bíblia nos diz que após a morte, nós iremos para o Céu ou para o inferno dependendo do fato de nós termos acreditado em Jesus ou não. Estar ausentes dos nossos corpos como crentes significa que estamos com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8). Incrédulos são mandados para o inferno, ou o lugar dos mortos (Lucas 16:22-23). Quando Jesus vier pela segunda vez, nós iremos receber novos corpos (1 Coríntios 15:50-54). Haverá um Novo Céu e uma Nova Terra para os crentes (Apocalipse 21:1), e os incrédulos serão jogados em um lago de fogo eterno (Apocalipse 20:11-15). Não há segunda chance para redenção após a morte (Hebreus 9:27).
Os líderes mórmons ensinaram que a encarnação de Jesus foi resultado de uma relação física entre Deus Pai e Maria. Eles acreditam que Jesus é um Deus, mas que qualquer humano pode se tornar um deus. Historicamente os cristãos ensinaram que Deus é Triúno e que Ele existe eternamente como Pai, Filho e Espírito Santo (Mateus 28:19). Ninguém pode atingir o status de Deus, apenas Ele é santo (1 Samuel 2:2). Nós apenas podemos ser feitos santos à vista de Deus através da fé Nele (1 Coríntios 1:2). Jesus é o filho unigênito de Deus (João 3:16) e é o único que já viveu uma vida sem pecado e sem culpa, e que agora tem o lugar mais alto de honra no Céu (Hebreus 7:26). Jesus e Deus são um em essência, sendo Jesus o Único que existia antes do nascimento físico (João 1:1-18, 8:56). Jesus entregou a Si mesmo como sacrifício, e Deus o levantou dentre os mortos, e um dia todos irão confessar que Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:6-11). Jesus nos diz que é impossível chegarmos ao Céu pelas nossas próprias obras, e que apenas através da fé Nele isso é possível (Mateus 19:26). E muitos não irão optar por Ele. “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela)” (Mateus 7:13). Nós todos merecemos punição eterna pelos nossos pecados, mas o infinito amor e a infinita graça de Deus nos permitem uma saída. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Claramente há uma única maneira de receber a salvação: conhecendo a Deus e Seu Filho, Jesus (João 17:3). Não é através de obras, mas de fé (Romanos 1:17, 3:28). Quando temos esta fé, automaticamente somos obedientes às leis de Deus e somos batizados por amor a Ele, mas não porque é um requisito para a salvação. Podemos receber este dom não importando quem somos ou o que fizemos (Romanos 3:22). “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. (Atos 4:12). Apesar de os mórmons serem normalmente amigáveis, amorosos e gentis – eles estão envolvidos em uma falsa religião que distorce a natureza de Deus, a Pessoa de Jesus Cristo e os meios para a salvação.
GotQuestions.org
domingo, 23 de outubro de 2011
CONHECENDO A VONTADE DE DEUS !
Texto: Ageu 1-2.7 Assunto: A vontade de Deus
Introdução:
Frase abertura: A vontade de qualquer pessoa tem a capacidade de alterar o curso da sua vida.
Exemplo:
1) Uma ou várias pessoas podem, pela vontade, decidir fazer guerra ou paz com outro
2) Chegamos aqui hoje pela nossa vontade de estar na casa de Deus.
Explicação:
- O que acontece é que nossa vontade é limitada e cheio de falhas. E quase sempre não coincide com a vontade de Deus.
- A vontade de Deus é soberana, não erra, e é a melhor coisa para nossas vidas.
Preposição:
A vontade de Deus é o melhor e mais seguro caminho para o crente.
Transição:
Para tanto devemos conhecer quais são as vontade de Deus para nós.
I. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE TENHAMOS O REINO DE DELE COMO PRIORIDADE EM NOSSAS VIDAS (Ag 1.1-15)
1. Prioridade: É a qualidade daquilo que está em primeiro lugar na vida de cada pessoa.
a) Aquilo que nós priorizamos hoje ou que esta em primeiro lugar nas nossas vidas determinará o nosso futuro.
2. A prioridade do povo de Israel deveria ser a construção do templo – v. 8
a) O templo simbolizava o relacionamento do povo de Israel com Deus.
b) A permanência do templo em ruína simbolizava a indiferença espiritual do povo.
3. Consequências por priorizar as coisas erradas: O povo estava buscando primeiramente a satisfazer suas necessidades, o conforto e o luxo – v.4
a) Perda das oportunidades – v. 2
b) Insatisfação generalizada – vv. 6,9
c) problemas de ordem geográfica – v.6 - seca terrível, falta de chuva e escassez de produção agrícola.
4. Ilustração: O motivo de uma das maiores provações de Abraão: o sacrifício de Isaque (Gn 22.1-18).
5. Como Cristãos quais têm sido nossas prioridades? Será o Reino de Deus ou nosso próprio reino?
a) Buscai o Reino em primeiro lugar... (Mt 6.33)
b) Mateus 19.27-19
c) Marcos 12.28-30
II. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE VENÇAMOS O DESÂNIMO EM NOSSAS VIDAS ESPIRITUAIS (Ag 2.1-4)
1. Essa verdade é encontrada nesses versículos 23: Depois do povo responder a Palavra do Senhor e reinicia a obra do templo... Mas como na primeira vez, desde que retornaram o povo poderia desanimar novamente.
2. Nunca se viu tanto desânimo na igreja como nos dias de hoje.
3. Alguns motivos que levaram o povo de Israel ao desânimo:
a) Na primeira vez: perseguição e medo (Ed 4.4,5)
b) Segunda vez: comparação entre o templo antigo e o novo – v. 3
4. Como vencer o desânimo?
a) Esforçando v. 4b
5. A recompensa do esforço: verão uma maior Glória de Deus em suas
vidas – v. 9
6. O Senhor nos ajuda no Trabalho – v. 4b
III. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE DEVEMOS REAVIVAR EM NÓS A ESPERANÇA DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO (Ag 2.7).
1. Este verso refere-se a Cristo por dois motivos:
a) 1° - Porque acontecerá um abalo entre as nações: “e farei tremer todas as nações....”
- tremer nações significa abalo e juízo. E isso só ocorrerá na volta de Jesus:
1) ...e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem... (Mt 24.29,30).
2) "Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão." (II Pedro 3 : 10)
b) 2° - No original hebraico, apesar do verbo ba'a (virão) está na 3ª pessoa do plural completo, mas o adjetivo (Desejado) está no singular, indicando alguém.
2. Um Paradoxo (contradição): Os sinais da vinda de cristo se cumpre e o povo esfria sua esperança
a) Vivem hoje como se Cristo fosse voltar...
3. O apostolo Paulo no deu o maior exemplo de e esperança e perseverança na volta de Cristo
a) Iniciou seu ministério em 48 d.C. E ainda naquela época pregava e esperava a volta de Cristo.
- Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor (Ts 4.16,17).
- Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda (II Tm 4.7,8)
b) Empregava a primeira pessoal do plural para demonstra sua esperança na vinda de Cristo – 1 Ts 4.17.
Autor: Gleison Elias Pereira
Introdução:
Frase abertura: A vontade de qualquer pessoa tem a capacidade de alterar o curso da sua vida.
Exemplo:
1) Uma ou várias pessoas podem, pela vontade, decidir fazer guerra ou paz com outro
2) Chegamos aqui hoje pela nossa vontade de estar na casa de Deus.
Explicação:
- O que acontece é que nossa vontade é limitada e cheio de falhas. E quase sempre não coincide com a vontade de Deus.
- A vontade de Deus é soberana, não erra, e é a melhor coisa para nossas vidas.
Preposição:
A vontade de Deus é o melhor e mais seguro caminho para o crente.
Transição:
Para tanto devemos conhecer quais são as vontade de Deus para nós.
I. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE TENHAMOS O REINO DE DELE COMO PRIORIDADE EM NOSSAS VIDAS (Ag 1.1-15)
1. Prioridade: É a qualidade daquilo que está em primeiro lugar na vida de cada pessoa.
a) Aquilo que nós priorizamos hoje ou que esta em primeiro lugar nas nossas vidas determinará o nosso futuro.
2. A prioridade do povo de Israel deveria ser a construção do templo – v. 8
a) O templo simbolizava o relacionamento do povo de Israel com Deus.
b) A permanência do templo em ruína simbolizava a indiferença espiritual do povo.
3. Consequências por priorizar as coisas erradas: O povo estava buscando primeiramente a satisfazer suas necessidades, o conforto e o luxo – v.4
a) Perda das oportunidades – v. 2
b) Insatisfação generalizada – vv. 6,9
c) problemas de ordem geográfica – v.6 - seca terrível, falta de chuva e escassez de produção agrícola.
4. Ilustração: O motivo de uma das maiores provações de Abraão: o sacrifício de Isaque (Gn 22.1-18).
5. Como Cristãos quais têm sido nossas prioridades? Será o Reino de Deus ou nosso próprio reino?
a) Buscai o Reino em primeiro lugar... (Mt 6.33)
b) Mateus 19.27-19
c) Marcos 12.28-30
II. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE VENÇAMOS O DESÂNIMO EM NOSSAS VIDAS ESPIRITUAIS (Ag 2.1-4)
1. Essa verdade é encontrada nesses versículos 23: Depois do povo responder a Palavra do Senhor e reinicia a obra do templo... Mas como na primeira vez, desde que retornaram o povo poderia desanimar novamente.
2. Nunca se viu tanto desânimo na igreja como nos dias de hoje.
3. Alguns motivos que levaram o povo de Israel ao desânimo:
a) Na primeira vez: perseguição e medo (Ed 4.4,5)
b) Segunda vez: comparação entre o templo antigo e o novo – v. 3
4. Como vencer o desânimo?
a) Esforçando v. 4b
5. A recompensa do esforço: verão uma maior Glória de Deus em suas
vidas – v. 9
6. O Senhor nos ajuda no Trabalho – v. 4b
III. A VONTADE DO SENHOR PARA NÓS É QUE DEVEMOS REAVIVAR EM NÓS A ESPERANÇA DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO (Ag 2.7).
1. Este verso refere-se a Cristo por dois motivos:
a) 1° - Porque acontecerá um abalo entre as nações: “e farei tremer todas as nações....”
- tremer nações significa abalo e juízo. E isso só ocorrerá na volta de Jesus:
1) ...e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem... (Mt 24.29,30).
2) "Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão." (II Pedro 3 : 10)
b) 2° - No original hebraico, apesar do verbo ba'a (virão) está na 3ª pessoa do plural completo, mas o adjetivo (Desejado) está no singular, indicando alguém.
2. Um Paradoxo (contradição): Os sinais da vinda de cristo se cumpre e o povo esfria sua esperança
a) Vivem hoje como se Cristo fosse voltar...
3. O apostolo Paulo no deu o maior exemplo de e esperança e perseverança na volta de Cristo
a) Iniciou seu ministério em 48 d.C. E ainda naquela época pregava e esperava a volta de Cristo.
- Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor (Ts 4.16,17).
- Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda (II Tm 4.7,8)
b) Empregava a primeira pessoal do plural para demonstra sua esperança na vinda de Cristo – 1 Ts 4.17.
Autor: Gleison Elias Pereira
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
GUARDANDO A PALAVRA
Texto: II Reis 18:6; Deuteronômio 30:11-20
Introdução: Uma das mudanças mais profundas que ocorrem durante um avivamento bíblico é uma paixão revivida pelas Escrituras. Este não é apenas um desejo de conhecer a Bíblia, mas a paixão de viver a Bíblia. O maior problema hoje não é tanto a falta de conhecimento da Bíblia (embora isto esteja se tornando uma triste realidade hoje!), Mas o fato é que muitas pessoas conhecem a Bíblia, mas não praticam o que conhecem.
A maior necessidade não pode ser “informação”; A maior necessidade deve ser “execução” a Palavra de Deus.
A paixão que Ezequias demonstrou pela Palavra de Deus era outra forma segura que Judá estava no caminho para o avivamento! O avivamento não deixa de lado a Palavra de Deus e diminui sua importância, ao contrário, centraliza a sua importância e renova o compromisso de nossa parte para com ela!
Não podemos permitir um avivamento que enfatiza a “experiência” sobre a “exegese” das Escrituras! Não é um ou outro, mas ambos! Certamente, a palavra determina a experiência e não o contrário.
Ezequias serve como um modelo para avançar em direção ao avivamento; o seu passo em demonstrar o seu compromisso absoluto com a Palavra de Deus permanece como um farol para nós encontrarmos o nosso caminho também.
A Bíblia nos ensina que o avivamento inclui uma grande paixão pela Palavra de Deus em nossas vidas, e que o caminho do avivamento é pavimentado com a Palavra de Deus e nosso compromisso com ela!
I. Compromisso com a palavra. II Reis 18:6
A. Aceitação! 18:6
1. “Porque se apegou ao Senhor; não se apartou de o seguir…”, Ezequias não era crente casual em Deus ou Sua Palavra!
a. Ezequias não encontrou o seu compromisso com Deus e Sua Palavra mudando na base do que acontece com ele dia após dia, era um compromisso absoluto em sua mente e em suas ações.
b. Muitos cristãos vivem para Deus com uma paixão que segue como as coisas estão indo bem para eles no dia a dia!
c. Existem muitos “convenientes” cristãos ao invés de “comprometidos” cristãos na Igreja!
2. Judá era como muitas pessoas hoje, rebeldes a tudo o que Deus lhes havia dito! Ezequias mudou tudo isso por seu compromisso inabalável com a Palavra de Deus!
3. Era hora de Judá tratar com o coração rebelde!
B. Absoluto. 18:6b
1. “e guardou os mandamentos…” Ezequias entendeu que, o que estava certo não era determinado pela maioria ou o pelo que se sente, é declarado pela Palavra de Deus!
2. Há muito de uma atitude de fazer o que queremos fazer e não o que deveríamos estar fazendo!
3. Muitos cristãos vivem como o mundo, quando nos sentimos bem somos fiéis, e quando não; não somos!
a. Muitos cristãos usam a lógica deste mundo: “Bem, a maioria dos cristãos fazem da mesma forma que faço e isso é bastante aceitável com a maioria. O nível de compromisso que eu estou vivendo é quase o mesmo que a maioria dos cristãos que eu conheço”.
b. Desde quando se usa o que é aceitável ou o que dizem ou pensam a maioria determinar o que é moralmente certo ou errado?
1) Houve um tempo quando a maioria sentiu que o povo judeu na Alemanha eram inferiores e poderiam ser destruídos, o fato de sentirem tornou a atitude certa?
2) Nós vivemos em uma época quando a maioria acha que um compromisso radical com Cristo é estranho, e a maioria sente que ninguém pode ser casto antes do casamento… o fato de sentir torna isto certo?
c. Precisamos entender que o certo e o errado, ou um compromisso com Deus, não tem nada a ver com o que alguém sente ou o que a maioria pensa, mas é baseado no que o próprio Deus diz!
4. Ezequias não teria visto um grande avivamento em Judá se ele não tivesse “guardado os mandamentos”!
a. O problema de Judá foi a desobediência à Palavra de Deus, que se propagou pelo pai de Ezequias e a geração anterior!
b. A única maneira de recuperar as bênçãos de Deus e ajudar; era um avivamento da Palavra de Deus.
c. Simplesmente clamar a Deus não seria suficiente, a obediência à Palavra de Deus também era necessário para a recuperação real; e produzir mudanças na sociedade!
5. A regra de conduta na Igreja e no mundo ainda é a Palavra de Deus, não importa o que a sociedade diz sobre a Palavra de Deus!
6. Ezequias estava no caminho certo em direção ao avivamento! E nós?
II. Desafios da palavra. Deuteronômio 30:11-20
A. Alcançável! 30:11-14
1. A primeira coisa que Judá, Israel, e nós precisamos saber é que Deus não está pedindo algo de nós que não é possível!
a. Muitas vezes você ouve esta lógica: “bem quase todas as pessoas fazem isso, ninguém é perfeito!”
b. Claro que ninguém é perfeito, mas o fato de a maioria fazer alguma coisa ou não, não é uma indicação de que nós devemos fazer a mesma coisa!
c. Deus não nos pediria para obedecer a algo que não podemos obedecer!
2. A linguagem que Deus usa aqui sobre a obediência de Israel à Sua Palavra é muito clara:
a. “não te é difícil demais…” – significando que não era incompreensível!
b. “nem tampouco está longe de ti” – o que significa que não era impossível ou inatingível!
c. Deus não estava sendo misterioso ou impossível aqui!
3. O fracasso da maioria dos cristãos em viver para Deus corretamente tem pouco a ver com a Palavra ser impossível de obedecer; tem a ver com o foco indevido na vida!
4. A verdade é que a Palavra de Deus não é nem muito profunda para nós entendermos o que Deus pede de nós, nem é impossível obedecer!
a. Quando há um problema, é muito mais provável que nós escolhemos ignorar o que diz a Palavra, ou desculpar-nos de obediência, de alguma forma!
b. Deus não pede que façamos o impossível, apenas a coisa certa!
5. Deus cumpriu as exigências da Palavra para duas coisas básicas, declarada nos 10 mandamentos:
a. Amarás o Senhor teu Deus de todo o seu coração.
b. Amarás o teu próximo como a ti mesmo!
6. Estes não são impossíveis de fazer, mesmo que o mundo pode pensar que estamos espiritualmente raros se o fazemos!
a. A verdade é que o mundo pensa que somos excessivos se realmente praticamos a Palavra de Deus…
b. Hoje em dia você pode ser objeto de chacotas das outras pessoas; por ser muito apaixonado por Deus!
c. O que aconteceu com a crença de que a Palavra de Deus viva em nossas vidas é uma realidade alcançável?
7. A verdade é que obedecer a Palavra de Deus é uma possibilidade real para aqueles que queiram admiti-la, em nossas bocas e nos nossos corações… só precisamos fazê-lo!
B. Responsável! 30:15-18
1. Observe a linguagem forte aqui que Deus usa para convencê-los a escolher sabiamente: “Se guardares o mandamento que eu hoje te ordeno de amar ao Senhor teu Deus, de andar nos seus caminhos, e de guardar os seus mandamentos, os seus estatutos e os seus preceitos, então viverás, e te multiplicarás, e o Senhor teu Deus te abençoará na terra em que estás entrando para a possuíres”.
a. Deus não está exigindo que o ame, ele está exortando-os a escolher corretamente!
b. Por que ele é tão forte sobre isso? – Porque a aceitação da aliança significa consequências reais, eles serão responsabilizados por suas ações, não apenas sua teologia!
2. A responsabilidade é baseada no relacionamento que Deus ter com o homem, isso é verdade com todos os relacionamentos.
a. Ter os valores corretos é importante… eles não podem ser determinados por apenas como nos sentimos, mas pelo que está certo!
b. Não devemos olhar nossa sociedade quando se trata da adesão ao que é verdade e o que é certo.
3. Deus não poderia ser mais claro em seus comentários ao seu povo: “O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.
a. Nada ambíguo sobre a responsabilidade aqui!
b. Nada confuso sobre as consequências da obediência ou desobediência.
4. As mesmas ordens que funcionava para Israel há 4.000 anos ainda funcionam na sociedade de hoje, ninguém jamais aumentou os 10 mandamentos!
5. Cada pessoa e cada sociedade que optou por ignorar as leis de Deus experimentou o mesmo tipo de consequências.
6. Em um mundo que diz, “não é culpa minha, todo mundo faz isso” temos de perceber que somos responsáveis perante as leis de Deus, pois eles são imutáveis, como o próprio Deus!
C. Conselhos! 30:19-20
1. Deus conclui suas observações sobre o que é bom e o que é ruim com os conselhos que eles deveriam ouvir e escolher a vida!
a. O que aconteceu com o conceito de “dever”?
b. Há mais na vida do que ser uma grande pessoa, é muito mais importante que vivamos corretamente!
2. Se somos notados ou não; não é a questão, como vivemos o chamado de Deus em nossa vida que é mais importante.
3. Deus não força a sua mão ou força sua vontade, mas seu conselho é claro.
a. Há vida real e alegria na escolha dos caminhos de Deus sobre os do mundo.
b. Haverá uma grande perda tanto agora em suas vidas e nas vidas de seus filhos, se optar por se rebelar contra as leis de Deus.
4. O convite ainda está ai para escolher a vida – que escolha você está fazendo?
5. Ezequias levou Judá, derrubando os seus altos e os ídolos e voltando às leis de Deus, assim que fizeram, o avivamento eclodiu e Deus destruiu seu inimigo e restaurou suas fortunas. Bastou um retorno à Palavra de Deus!
6. Ezequias guardou a palavra e isso levou ao avivamento, estamos guardando a Palavra de Deus? … Você está guardando a Palavra de Deus?
Conclusão: O avivamento tem sempre conectado a ele uma maior paixão pela Palavra de Deus! Quando Ezequias optou por guardar a Palavra de Deus, ele fez uma escolha que traria o avivamento a Judá. Nosso firme compromisso com a Palavra de Deus é a marca de uma pessoa, Igreja, ou nação avivada. Deus nos ajude a guardar a Sua Palavra sempre!
Pr. Aldenir Araújo
Introdução: Uma das mudanças mais profundas que ocorrem durante um avivamento bíblico é uma paixão revivida pelas Escrituras. Este não é apenas um desejo de conhecer a Bíblia, mas a paixão de viver a Bíblia. O maior problema hoje não é tanto a falta de conhecimento da Bíblia (embora isto esteja se tornando uma triste realidade hoje!), Mas o fato é que muitas pessoas conhecem a Bíblia, mas não praticam o que conhecem.
A maior necessidade não pode ser “informação”; A maior necessidade deve ser “execução” a Palavra de Deus.
A paixão que Ezequias demonstrou pela Palavra de Deus era outra forma segura que Judá estava no caminho para o avivamento! O avivamento não deixa de lado a Palavra de Deus e diminui sua importância, ao contrário, centraliza a sua importância e renova o compromisso de nossa parte para com ela!
Não podemos permitir um avivamento que enfatiza a “experiência” sobre a “exegese” das Escrituras! Não é um ou outro, mas ambos! Certamente, a palavra determina a experiência e não o contrário.
Ezequias serve como um modelo para avançar em direção ao avivamento; o seu passo em demonstrar o seu compromisso absoluto com a Palavra de Deus permanece como um farol para nós encontrarmos o nosso caminho também.
A Bíblia nos ensina que o avivamento inclui uma grande paixão pela Palavra de Deus em nossas vidas, e que o caminho do avivamento é pavimentado com a Palavra de Deus e nosso compromisso com ela!
I. Compromisso com a palavra. II Reis 18:6
A. Aceitação! 18:6
1. “Porque se apegou ao Senhor; não se apartou de o seguir…”, Ezequias não era crente casual em Deus ou Sua Palavra!
a. Ezequias não encontrou o seu compromisso com Deus e Sua Palavra mudando na base do que acontece com ele dia após dia, era um compromisso absoluto em sua mente e em suas ações.
b. Muitos cristãos vivem para Deus com uma paixão que segue como as coisas estão indo bem para eles no dia a dia!
c. Existem muitos “convenientes” cristãos ao invés de “comprometidos” cristãos na Igreja!
2. Judá era como muitas pessoas hoje, rebeldes a tudo o que Deus lhes havia dito! Ezequias mudou tudo isso por seu compromisso inabalável com a Palavra de Deus!
3. Era hora de Judá tratar com o coração rebelde!
B. Absoluto. 18:6b
1. “e guardou os mandamentos…” Ezequias entendeu que, o que estava certo não era determinado pela maioria ou o pelo que se sente, é declarado pela Palavra de Deus!
2. Há muito de uma atitude de fazer o que queremos fazer e não o que deveríamos estar fazendo!
3. Muitos cristãos vivem como o mundo, quando nos sentimos bem somos fiéis, e quando não; não somos!
a. Muitos cristãos usam a lógica deste mundo: “Bem, a maioria dos cristãos fazem da mesma forma que faço e isso é bastante aceitável com a maioria. O nível de compromisso que eu estou vivendo é quase o mesmo que a maioria dos cristãos que eu conheço”.
b. Desde quando se usa o que é aceitável ou o que dizem ou pensam a maioria determinar o que é moralmente certo ou errado?
1) Houve um tempo quando a maioria sentiu que o povo judeu na Alemanha eram inferiores e poderiam ser destruídos, o fato de sentirem tornou a atitude certa?
2) Nós vivemos em uma época quando a maioria acha que um compromisso radical com Cristo é estranho, e a maioria sente que ninguém pode ser casto antes do casamento… o fato de sentir torna isto certo?
c. Precisamos entender que o certo e o errado, ou um compromisso com Deus, não tem nada a ver com o que alguém sente ou o que a maioria pensa, mas é baseado no que o próprio Deus diz!
4. Ezequias não teria visto um grande avivamento em Judá se ele não tivesse “guardado os mandamentos”!
a. O problema de Judá foi a desobediência à Palavra de Deus, que se propagou pelo pai de Ezequias e a geração anterior!
b. A única maneira de recuperar as bênçãos de Deus e ajudar; era um avivamento da Palavra de Deus.
c. Simplesmente clamar a Deus não seria suficiente, a obediência à Palavra de Deus também era necessário para a recuperação real; e produzir mudanças na sociedade!
5. A regra de conduta na Igreja e no mundo ainda é a Palavra de Deus, não importa o que a sociedade diz sobre a Palavra de Deus!
6. Ezequias estava no caminho certo em direção ao avivamento! E nós?
II. Desafios da palavra. Deuteronômio 30:11-20
A. Alcançável! 30:11-14
1. A primeira coisa que Judá, Israel, e nós precisamos saber é que Deus não está pedindo algo de nós que não é possível!
a. Muitas vezes você ouve esta lógica: “bem quase todas as pessoas fazem isso, ninguém é perfeito!”
b. Claro que ninguém é perfeito, mas o fato de a maioria fazer alguma coisa ou não, não é uma indicação de que nós devemos fazer a mesma coisa!
c. Deus não nos pediria para obedecer a algo que não podemos obedecer!
2. A linguagem que Deus usa aqui sobre a obediência de Israel à Sua Palavra é muito clara:
a. “não te é difícil demais…” – significando que não era incompreensível!
b. “nem tampouco está longe de ti” – o que significa que não era impossível ou inatingível!
c. Deus não estava sendo misterioso ou impossível aqui!
3. O fracasso da maioria dos cristãos em viver para Deus corretamente tem pouco a ver com a Palavra ser impossível de obedecer; tem a ver com o foco indevido na vida!
4. A verdade é que a Palavra de Deus não é nem muito profunda para nós entendermos o que Deus pede de nós, nem é impossível obedecer!
a. Quando há um problema, é muito mais provável que nós escolhemos ignorar o que diz a Palavra, ou desculpar-nos de obediência, de alguma forma!
b. Deus não pede que façamos o impossível, apenas a coisa certa!
5. Deus cumpriu as exigências da Palavra para duas coisas básicas, declarada nos 10 mandamentos:
a. Amarás o Senhor teu Deus de todo o seu coração.
b. Amarás o teu próximo como a ti mesmo!
6. Estes não são impossíveis de fazer, mesmo que o mundo pode pensar que estamos espiritualmente raros se o fazemos!
a. A verdade é que o mundo pensa que somos excessivos se realmente praticamos a Palavra de Deus…
b. Hoje em dia você pode ser objeto de chacotas das outras pessoas; por ser muito apaixonado por Deus!
c. O que aconteceu com a crença de que a Palavra de Deus viva em nossas vidas é uma realidade alcançável?
7. A verdade é que obedecer a Palavra de Deus é uma possibilidade real para aqueles que queiram admiti-la, em nossas bocas e nos nossos corações… só precisamos fazê-lo!
B. Responsável! 30:15-18
1. Observe a linguagem forte aqui que Deus usa para convencê-los a escolher sabiamente: “Se guardares o mandamento que eu hoje te ordeno de amar ao Senhor teu Deus, de andar nos seus caminhos, e de guardar os seus mandamentos, os seus estatutos e os seus preceitos, então viverás, e te multiplicarás, e o Senhor teu Deus te abençoará na terra em que estás entrando para a possuíres”.
a. Deus não está exigindo que o ame, ele está exortando-os a escolher corretamente!
b. Por que ele é tão forte sobre isso? – Porque a aceitação da aliança significa consequências reais, eles serão responsabilizados por suas ações, não apenas sua teologia!
2. A responsabilidade é baseada no relacionamento que Deus ter com o homem, isso é verdade com todos os relacionamentos.
a. Ter os valores corretos é importante… eles não podem ser determinados por apenas como nos sentimos, mas pelo que está certo!
b. Não devemos olhar nossa sociedade quando se trata da adesão ao que é verdade e o que é certo.
3. Deus não poderia ser mais claro em seus comentários ao seu povo: “O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.
a. Nada ambíguo sobre a responsabilidade aqui!
b. Nada confuso sobre as consequências da obediência ou desobediência.
4. As mesmas ordens que funcionava para Israel há 4.000 anos ainda funcionam na sociedade de hoje, ninguém jamais aumentou os 10 mandamentos!
5. Cada pessoa e cada sociedade que optou por ignorar as leis de Deus experimentou o mesmo tipo de consequências.
6. Em um mundo que diz, “não é culpa minha, todo mundo faz isso” temos de perceber que somos responsáveis perante as leis de Deus, pois eles são imutáveis, como o próprio Deus!
C. Conselhos! 30:19-20
1. Deus conclui suas observações sobre o que é bom e o que é ruim com os conselhos que eles deveriam ouvir e escolher a vida!
a. O que aconteceu com o conceito de “dever”?
b. Há mais na vida do que ser uma grande pessoa, é muito mais importante que vivamos corretamente!
2. Se somos notados ou não; não é a questão, como vivemos o chamado de Deus em nossa vida que é mais importante.
3. Deus não força a sua mão ou força sua vontade, mas seu conselho é claro.
a. Há vida real e alegria na escolha dos caminhos de Deus sobre os do mundo.
b. Haverá uma grande perda tanto agora em suas vidas e nas vidas de seus filhos, se optar por se rebelar contra as leis de Deus.
4. O convite ainda está ai para escolher a vida – que escolha você está fazendo?
5. Ezequias levou Judá, derrubando os seus altos e os ídolos e voltando às leis de Deus, assim que fizeram, o avivamento eclodiu e Deus destruiu seu inimigo e restaurou suas fortunas. Bastou um retorno à Palavra de Deus!
6. Ezequias guardou a palavra e isso levou ao avivamento, estamos guardando a Palavra de Deus? … Você está guardando a Palavra de Deus?
Conclusão: O avivamento tem sempre conectado a ele uma maior paixão pela Palavra de Deus! Quando Ezequias optou por guardar a Palavra de Deus, ele fez uma escolha que traria o avivamento a Judá. Nosso firme compromisso com a Palavra de Deus é a marca de uma pessoa, Igreja, ou nação avivada. Deus nos ajude a guardar a Sua Palavra sempre!
Pr. Aldenir Araújo
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A Distinção Entre os Dons Espirituais e o Fruto do Espírito
A Palavra de Deus na carta aos Gálatas 19 a 25 assegura que as obras da carne são conhecidas as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.
Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito.
Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito.
Amados em Cristo, a palavra exorta para que andamos na luz e não tropeçamos nas obras da carne as quais são trevas. Necessário é praticar e viver as obras do Espírito, ser participante do fruto do Espírito. Porque fomos chamados à liberdade, e não podemos usar da liberdade para dar ocasião à carne, mas servir uns aos outros pela caridade.
Se vivermos para a carne certamente praticamos as obras que são próprias da carne, fazendo a vontade da carne, isto é viver na prática do pecado que habita na carne. Porque se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, morremos para o pecado; mas, vivemos para Deus.
E não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado, mas apresentai-vos a Deus, como instrumentos de justiça.
Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.
A Palavra de Deus nos exorta a vigiar para que o pecado não venha habitar em nós, porque o pecado é próprio da carne, e a carne inclina-se para o pecado, mas o espírito anseia pelas obras do Espírito, então há um conflito constante entre a carne e o espírito, relatado no capítulo 7 da carta aos Romanos, vejamos:
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho então, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado.
Se vivermos para a carne certamente praticamos as obras que são próprias da carne, fazendo a vontade da carne, isto é viver na prática do pecado que habita na carne. Porque se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, morremos para o pecado; mas, vivemos para Deus.
E não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado, mas apresentai-vos a Deus, como instrumentos de justiça.
Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.
A Palavra de Deus nos exorta a vigiar para que o pecado não venha habitar em nós, porque o pecado é próprio da carne, e a carne inclina-se para o pecado, mas o espírito anseia pelas obras do Espírito, então há um conflito constante entre a carne e o espírito, relatado no capítulo 7 da carta aos Romanos, vejamos:
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho então, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado.
NÃO HÁ CONDENAÇÃO PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque Jesus me livrou da lei do pecado e da morte.
Porque Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, e pelo pecado, condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porquanto os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; é inimizade contra Deus, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, e, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
Porque Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, e pelo pecado, condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porquanto os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; é inimizade contra Deus, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, e, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
A PALAVRA NOS ACONSELHA IMITAR A CRISTO
Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; e quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com Ele em glória.
Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
Andar em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da Redenção.
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.
Porque bem sabeis isto que nenhum impuro, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. E Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
Porquanto, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz, porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade aprovando o que é agradável ao Senhor.
E Não erreis Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção, mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
O homem de Deus exemplifica sobre o compromissar que precisamos ter com o Senhor, dizendo: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2:20).
Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
Andar em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da Redenção.
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.
Porque bem sabeis isto que nenhum impuro, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. E Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
Porquanto, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz, porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade aprovando o que é agradável ao Senhor.
E Não erreis Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção, mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
O homem de Deus exemplifica sobre o compromissar que precisamos ter com o Senhor, dizendo: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2:20).
OS DONS DO ESPÍRITO
No capítulo 12 de 1ª aos Coríntios, Paulo descreve a Igreja como Corpo de Cristo, e afirma ser os crentes membros desse Corpo, com diferentes Dons, concedidos por Deus, através do Seu Santo Espírito: "Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema! E ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo. Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E, se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato?
“Mas, agora, Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.” (1Co 12:1-18). Estes Dons, são os meios pelos quais os servos do Senhor Jesus, membros do Seu Corpo são habilitados e equipados para desempenharem ministérios gloriosos na Sua Obra.
Sem os Dons do Espírito, a Igreja não seria o organismo vivo que é, sem os Dons do Espírito, a Igreja não passaria de uma mera organização humana e religiosa, ou seja: um segmento a mais da sociedade.
Estamos vivendo os últimos dias da Igreja na terra e, pela comunhão que desfrutamos com Cristo, cremos que preste está o dia da Sua volta a este mundo para arrebatá-la, e a medida em que esse dia vai se aproximando, os Dons do Espírito vai também se intensificando, evidenciando a iminente volta do Salvador "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos." (Atos 2:17; Joel 2:28-32).
Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema! E ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo. Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E, se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato?
“Mas, agora, Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.” (1Co 12:1-18). Estes Dons, são os meios pelos quais os servos do Senhor Jesus, membros do Seu Corpo são habilitados e equipados para desempenharem ministérios gloriosos na Sua Obra.
Sem os Dons do Espírito, a Igreja não seria o organismo vivo que é, sem os Dons do Espírito, a Igreja não passaria de uma mera organização humana e religiosa, ou seja: um segmento a mais da sociedade.
Estamos vivendo os últimos dias da Igreja na terra e, pela comunhão que desfrutamos com Cristo, cremos que preste está o dia da Sua volta a este mundo para arrebatá-la, e a medida em que esse dia vai se aproximando, os Dons do Espírito vai também se intensificando, evidenciando a iminente volta do Salvador "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos." (Atos 2:17; Joel 2:28-32).
Os nove Dons descritos nas Sagradas Escrituras, são assim classificados:
I - DONS DE REVELAÇÃO:
1. Palavra da sabedoria
2. Palavra do conhecimento
3. Discernimento de espíritos
2. Palavra do conhecimento
3. Discernimento de espíritos
II - DONS DE PODER:
1. Fé
2. Curar (Dons de)
3. Operação de milagres
2. Curar (Dons de)
3. Operação de milagres
III - DONS DE ELOCUÇÃO:
1. Profecia
2. Variedade de línguas
3. Interpretação de línguas
2. Variedade de línguas
3. Interpretação de línguas
Esta forma de classificar os Dons altera a ordem em que os coloca o autor da Carta aos Coríntios, mas, é uma forma coerente, que visa destacar a similaridade existente entre os eles nos respectivos grupos.
FRUTO DO ESPÍRITO
Em contraste com as obras da carne, exaradas na Carta de Paulo aos Gálatas 5:19-21 "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus", temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama de "O Fruto do Espírito".
Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito Santo dirija e influencie sua vida que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, em especial, as obras da carne, e viva em comunhão com Deus, conforme Romanos 8:5-14 "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.
Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós.
Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.
E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita. De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne, porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." Outras referências alusivas, encontramos nas seguintes passagens Bíblicas: (2 Co 6; 6; Ef 4:2-3; Cl 3:12-15; 2ª Pe 1:4-9).
Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito Santo dirija e influencie sua vida que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, em especial, as obras da carne, e viva em comunhão com Deus, conforme Romanos 8:5-14 "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.
Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós.
Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.
E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita. De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne, porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." Outras referências alusivas, encontramos nas seguintes passagens Bíblicas: (2 Co 6; 6; Ef 4:2-3; Cl 3:12-15; 2ª Pe 1:4-9).
OS ASPECTOS DO FRUTO SÃO:
Caridade, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fé, Mansidão, e Temperança.
• CARIDADE
(gr. ágape), Refere-se ao interesse e a busca do bem maior de outra pessoa, sem nada querer em troca (Rm 5:5) "E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado". Também em (Ef 5:2) "E andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave". Ainda em (Cl 3:14) "E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição".
• GOZO
(gr. chara) Significa na vida do crente a sensação de alegria baseada no amor (ágape), na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo.
(Sl 119:16) "Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra". (2 Co 6:10) "como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo e possuindo tudo". (2 Co 12:9)
"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo". (1 Pe 1:8) "ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso".
(Sl 119:16) "Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra". (2 Co 6:10) "como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo e possuindo tudo". (2 Co 12:9)
"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo". (1 Pe 1:8) "ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso".
• PAZ
(gr. eirene) É a quietude de coração e mente baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial. Paz não significa meramente uma camiseta branca com algumas inscrições alusivas. Não é também uma simples pombinha branca.
Paz é sossego em Cristo. Paz é ter Cristo no coração. Paz, é ter a certeza de que passará a eternidade com Jesus. Paz é criar os filhos na presença do Senhor e saber que quando o filho ficar velho não desviará da presença de Deus. Paz é não andar inquieto como fazem os incrédulos. Ter paz é saber que quando a segurança da terra falhar temos a de Deus que nunca falhará.
(Rm 15:33) "E o Deus de paz seja com todos vós. Amém"!
(Fp 4:7) "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus".
(1 Ts 5:23) "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo".
(Hb 13:20) "Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do concerto eterno tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande Pastor das ovelhas." Em certo sentido, a paz é tríplice em seus aspectos, exemplo: Paz com Deus, paz com nós mesmos, e paz com os nossos semelhantes.
Paz é sossego em Cristo. Paz é ter Cristo no coração. Paz, é ter a certeza de que passará a eternidade com Jesus. Paz é criar os filhos na presença do Senhor e saber que quando o filho ficar velho não desviará da presença de Deus. Paz é não andar inquieto como fazem os incrédulos. Ter paz é saber que quando a segurança da terra falhar temos a de Deus que nunca falhará.
(Rm 15:33) "E o Deus de paz seja com todos vós. Amém"!
(Fp 4:7) "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus".
(1 Ts 5:23) "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo".
(Hb 13:20) "Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do concerto eterno tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande Pastor das ovelhas." Em certo sentido, a paz é tríplice em seus aspectos, exemplo: Paz com Deus, paz com nós mesmos, e paz com os nossos semelhantes.
• LONGANIMIDADE
(gr. makrothumia) O que traduz perseverança, paciência, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero. (Ef 4:2) "com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor". (2ª Tm 3:10) "Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, caridade, paciência." (Hb 12:1) "Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta."
• BENIGNIDADE
(gr. chrestotes) Denota não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. Até mesmo porque benignidade é exatamente antônimo de malignidade. (Ef 4:32) "Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo". (Cl 3:12) "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade". (1ª Pe 2:3) "se é que já provastes que o Senhor é benigno".
• BONDADE
(gr. agathosune) Define zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa o mal; pode ser expressa em ato de bondade (Lc 7:37-50) "E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento.
E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento. Quando isso viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora.
E, respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro, cinqüenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois: qual deles o amará mais? E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem.
E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas e mos enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
Não me ungiu a cabeça com óleo, mas esta me ungiu os pés com ungüento. Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.
E disse a ela: Os teus pecados te são perdoados. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz" Isso é a expressão da bondade. Ou na repressão e na correção do mal ( Mt 21:12-13) "E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões".
E, respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro, cinqüenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois: qual deles o amará mais? E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem.
E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas e mos enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
Não me ungiu a cabeça com óleo, mas esta me ungiu os pés com ungüento. Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.
E disse a ela: Os teus pecados te são perdoados. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz" Isso é a expressão da bondade. Ou na repressão e na correção do mal ( Mt 21:12-13) "E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões".
• FÉ
(gr. pistis) O que significa, lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23:23) "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas".
(Rm 3:3) "Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus"?
(2 Tm 6:12) "Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas".
(2ª Tm 2:2; 4:7) "E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé".
(Tt 2:10) "não defraudando; antes, mostrando toda a boa lealdade, para que, em tudo, sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador".
(Rm 3:3) "Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus"?
(2 Tm 6:12) "Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas".
(2ª Tm 2:2; 4:7) "E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé".
(Tt 2:10) "não defraudando; antes, mostrando toda a boa lealdade, para que, em tudo, sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador".
• MANSIDÃO
(gr. prautes) Este termo exprime moderação, associação à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2:25) "instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade".
(1 Pe 2:15) "antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.
" Para a mansidão de Jesus: (Mt 11:29) "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma". (Mc 3:5) "E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão.
“E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a mão, sã como a outra”. Outras referências: (2ª Co 10:1; 10:4-6; Gl 1:9, Nm 12:3; ÊX 32:19-20).
(1 Pe 2:15) "antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.
" Para a mansidão de Jesus: (Mt 11:29) "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma". (Mc 3:5) "E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão.
“E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a mão, sã como a outra”. Outras referências: (2ª Co 10:1; 10:4-6; Gl 1:9, Nm 12:3; ÊX 32:19-20).
• TEMPERANÇA
(gr. egkrateia) É o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1ª Co 7:9) "Mas, se não podem conter-se, casem-se.
Porque é melhor casar do que abrasar-se". (Tito 1:8) "mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante". (Tt 2:5) " (Tt 2:5) "a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada".
O ensino final de Paulo sobre o Fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado.
O crente pode, e realmente deve praticar essas virtudes continuamente, nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
OS DONS E O FRUTO SÃO NOVE EM SEUS ASPECTOS
Aqui não se trata de uma mera coincidência, "Nove e Nônuplo" Mas, de uma necessidade, tudo isso para existir equilíbrio, Deus disse que deveria ser uma romã e uma campainha.
Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus em (Êx 28.33-35) "E nas suas bordas farás romãs de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, ao redor das suas bordas; e campainhas de ouro no meio delas ao redor.
“Uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã haverá nas bordas do manto ao redor, e estará sobre Arão quando ministrar, para que se ouça o seu sonido, quando entrar no santuário diante do SENHOR e quando sair, para que não morra". Por baixo do éfode, o sumo sacerdote usava um manto, de uma só peça, bordado de azul.
Em toda orla, havia desenhos de romãs, tecidos em púrpura e escarlate. Entre as romãs, pequenas campainhas de ouro estavam presas. A cada passo que o sacerdote dava, soava as campainhas.
Então o povo sabia que o sumo sacerdote não tinha morrido na presença do Senhor. Isto também nos ensina a solenidade da presença de Deus, o Todo Poderoso.
As campainhas falam de testemunho e as romãs falam da fertilidade. Se caminharmos segundo a vontade de Deus, como na Sua presença, o povo não pode deixar de reconhecer que pertencemos a Cristo. Se habitarmos em Cristo, temos de produzir abundante Fruto (Gl 5:22-23).
Se fosse só romã sem a presença da campainha, ou vice-versa, não haveria equilíbrio. Nesse caso, uma coisa não substitui a outra, mas, uma depende da outra. Da mesma forma deve ser os Dons e o Fruto do Espírito na vida dos crentes em Cristo, para que haja equilíbrio; principalmente nas vidas dos que ministram na Casa de Deus.
Porque é melhor casar do que abrasar-se". (Tito 1:8) "mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante". (Tt 2:5) " (Tt 2:5) "a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada".
O ensino final de Paulo sobre o Fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado.
O crente pode, e realmente deve praticar essas virtudes continuamente, nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
OS DONS E O FRUTO SÃO NOVE EM SEUS ASPECTOS
Aqui não se trata de uma mera coincidência, "Nove e Nônuplo" Mas, de uma necessidade, tudo isso para existir equilíbrio, Deus disse que deveria ser uma romã e uma campainha.
Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus em (Êx 28.33-35) "E nas suas bordas farás romãs de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, ao redor das suas bordas; e campainhas de ouro no meio delas ao redor.
“Uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã haverá nas bordas do manto ao redor, e estará sobre Arão quando ministrar, para que se ouça o seu sonido, quando entrar no santuário diante do SENHOR e quando sair, para que não morra". Por baixo do éfode, o sumo sacerdote usava um manto, de uma só peça, bordado de azul.
Em toda orla, havia desenhos de romãs, tecidos em púrpura e escarlate. Entre as romãs, pequenas campainhas de ouro estavam presas. A cada passo que o sacerdote dava, soava as campainhas.
Então o povo sabia que o sumo sacerdote não tinha morrido na presença do Senhor. Isto também nos ensina a solenidade da presença de Deus, o Todo Poderoso.
As campainhas falam de testemunho e as romãs falam da fertilidade. Se caminharmos segundo a vontade de Deus, como na Sua presença, o povo não pode deixar de reconhecer que pertencemos a Cristo. Se habitarmos em Cristo, temos de produzir abundante Fruto (Gl 5:22-23).
Se fosse só romã sem a presença da campainha, ou vice-versa, não haveria equilíbrio. Nesse caso, uma coisa não substitui a outra, mas, uma depende da outra. Da mesma forma deve ser os Dons e o Fruto do Espírito na vida dos crentes em Cristo, para que haja equilíbrio; principalmente nas vidas dos que ministram na Casa de Deus.
DISTINÇÃO ENTRE OS DONS E O FRUTO
1. Os dons são dados - O fruto é gerado.
2. Os dons vêm após o batismo no Espírito Santo - O fruto é na conversão.
3. Os dons são de fora para dentro - O fruto vem do interior.
4. Os dons já vêm completos - O fruto requer tempo para crescer.
5. Os dons são dotação de poder para o crente - O fruto expressa o seu caráter.
6. Os dons vêm pelo Espírito - O fruto vem por Jesus.
7. Os dons são distintos - O fruto é indivisível.
8. Os dons conferem poder - O fruto confere autoridade.
9. Os dons comunicam espiritualidade - O fruto inrepreensão.BR>
10. Os dons identificam o que fazemos - O fruto mostra o que somos.
11. O mais interessante é que os dons podem ser imitados - Porém o fruto nunca o será.
2. Os dons vêm após o batismo no Espírito Santo - O fruto é na conversão.
3. Os dons são de fora para dentro - O fruto vem do interior.
4. Os dons já vêm completos - O fruto requer tempo para crescer.
5. Os dons são dotação de poder para o crente - O fruto expressa o seu caráter.
6. Os dons vêm pelo Espírito - O fruto vem por Jesus.
7. Os dons são distintos - O fruto é indivisível.
8. Os dons conferem poder - O fruto confere autoridade.
9. Os dons comunicam espiritualidade - O fruto inrepreensão.BR>
10. Os dons identificam o que fazemos - O fruto mostra o que somos.
11. O mais interessante é que os dons podem ser imitados - Porém o fruto nunca o será.
Toda finalidade de Deus em nossa vida é para glorificar Jesus, ser cheio do Espírito Santo é a tarefa que cabe a todo homem que em seu coração deseja ter o caráter de Cristo em crescimento constante.
Temos a vida Cristã que desejamos, ou seja, podemos ser crentes espirituais ou crentes carnais. Existe uma escolha a ser feita, pois o que Deus pede de nós é simplesmente disposição.
Na verdade Deus não quer massacrar-nos, ele quer ver o que se passa dentro de nós, a vida abundante que Ele tem para nós não é de maneira alguma isenta de lutas. e a maior luta que todo homem que converte-se enfrenta é a luta interior, pois ele vem com o Egito dentro dele.
Sabemos que a verdadeira libertação é de dentro para fora, existe todo um processo para as mudanças acontecerem e é necessária uma disposição interior do homem para que a obra não seja interrompida.
É preciso abrir o coração para que Deus através de seu Espírito Santo trabalhe em um processo que estará continuamente em andamento na vida do crente.
Deus só valoriza o que vem de dentro para fora e não o que vem de fora para dentro, precisamos cooperar para que Ele trabalhe em nós, logo seremos livres da carnalidade, na verdade é um esforço que precisa-se fazer, pois existe a vontade da carne que é natural do próprio homem e essa luta é constante contra o Espírito.
Sabemos que o Espírito Santo que nos guia a toda verdade quando entra no homem, Ele tem a capacidade de desnudá-lo, assim o homem que deixa o Espírito Santo trabalhar em seu interior, será quebrantado e o fruto do Espírito vai surgir combatendo as obras da carne.
Estar cheio do Espírito nos chama tanto para o caráter quanto para a atividade carismática. O fruto do Espírito Santo deve crescer em nossas vidas da mesma forma que seus dons devem ser mostrados através de nós.
O fruto do Espírito é uma obra espontânea do Espírito Santo dentro de nós. O Espírito produz certos traços de caráter que são encontrados na natureza de Cristo. São os subprodutos do seu controle sobre a nossa vida - não conseguiremos obtê-los se tentarmos alcançá-los sem sua ajuda.
Se quisermos que o fruto do Espírito cresça em nós, devemos unir nossa vida à dele (Jo 15:4,5). Devemos conhecê-lo, amá-lo, lembrá-lo e imitá-lo.
Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus. Amém!
Temos a vida Cristã que desejamos, ou seja, podemos ser crentes espirituais ou crentes carnais. Existe uma escolha a ser feita, pois o que Deus pede de nós é simplesmente disposição.
Na verdade Deus não quer massacrar-nos, ele quer ver o que se passa dentro de nós, a vida abundante que Ele tem para nós não é de maneira alguma isenta de lutas. e a maior luta que todo homem que converte-se enfrenta é a luta interior, pois ele vem com o Egito dentro dele.
Sabemos que a verdadeira libertação é de dentro para fora, existe todo um processo para as mudanças acontecerem e é necessária uma disposição interior do homem para que a obra não seja interrompida.
É preciso abrir o coração para que Deus através de seu Espírito Santo trabalhe em um processo que estará continuamente em andamento na vida do crente.
Deus só valoriza o que vem de dentro para fora e não o que vem de fora para dentro, precisamos cooperar para que Ele trabalhe em nós, logo seremos livres da carnalidade, na verdade é um esforço que precisa-se fazer, pois existe a vontade da carne que é natural do próprio homem e essa luta é constante contra o Espírito.
Sabemos que o Espírito Santo que nos guia a toda verdade quando entra no homem, Ele tem a capacidade de desnudá-lo, assim o homem que deixa o Espírito Santo trabalhar em seu interior, será quebrantado e o fruto do Espírito vai surgir combatendo as obras da carne.
Estar cheio do Espírito nos chama tanto para o caráter quanto para a atividade carismática. O fruto do Espírito Santo deve crescer em nossas vidas da mesma forma que seus dons devem ser mostrados através de nós.
O fruto do Espírito é uma obra espontânea do Espírito Santo dentro de nós. O Espírito produz certos traços de caráter que são encontrados na natureza de Cristo. São os subprodutos do seu controle sobre a nossa vida - não conseguiremos obtê-los se tentarmos alcançá-los sem sua ajuda.
Se quisermos que o fruto do Espírito cresça em nós, devemos unir nossa vida à dele (Jo 15:4,5). Devemos conhecê-lo, amá-lo, lembrá-lo e imitá-lo.
Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus. Amém!
Autor: Jânio Santos de Oliveira
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